Abriu os olhos, viu que não era dia de semana, agradeceu aos céus, os mesmos céus que molharam seus pé na noite passada, que noite. Esse dia nada o impediria de ir pra onde mais gostava: jogar uma sinuca com os amigos e sair com a namorada. Também gostava de sair com o primo caminhando pelas ruas da quebrada e só trocando idéia sobre as minas:
- " aquela é uma vaca!"
" aquela mina é gente boa"
" olha só que rabão"
" Pra comer essa daí tem que usar três camisinhas..."
Mas seu primo sabia que era tudo conversa fiada, Ditinho era muito fiel a sua namorada, da qual cresceram morando no mesmo bairro, da qual a paixão se revelou na época de escola.
Tomar café... não sabe se toma café... abre um refrigerante de limão que está dentro da geladeira, despeja no copo e toma numa golada só.
Igreja? que idéia era essa agora????
Não... Seu primo que era catador, malandro dos bão memo, isso num era possível.
Ditinho ri pra si mesmo, da idéia do primo.
Seu primo se convertera a pouco tempo na igreja Benção da quebrada, e o pastor vivia dizendo que Jesus tem um plano pra vida dele. Ditinho sempre ria quando seu primo falava do tal plano. Jesus viveu na vida sem planos, só com palavras e sabedorias vinda dos céus, mas que idéia era essa de plano. Só vendo pra crer.
Sete horas da manhã, sete e um, sete e dois, sete e três... uma mensagem chega em seu celular: " amor estou pensando em nós... beijos... eu sei que um dia você ainda ira se entregar pra mim ass: Simone " -----------------------------------------
Sete e cinco, Sete e seis, Sete e sete: Chega outra mensagem: " Oi minha vida, não se esquece de pagar a conta de luz da minha mãe segunda-feira, te amo viu... não esquece do nosso encontro hoje as cinco tá!!! Beijos te espero em frente o Shopping.... beijosss ps: três anos de namoro hoje, pra você não esquecer seu esquecido hehehhehe.
Sete e dez, Ditinho desiste de tentar pegar novamente no sono e sai pra comprar pão, sua rua ainda não foi asfaltada, mas o deputado prometeu que seria assim que fosse eleito. È... ele já está eleito. Mas a rua não, a rua ainda está esburacada e mal cuidada, e mesmo assim a molecada corre pra lá e pra cá, gritando, fazendo arruaça.
A balconista da padaria é educada, mas não é uma educação normal. Na verdade Ditinho já percebera olhares maliciosos, outras vezes, que fora, até a padaria, mas nunca comentou nada com ninguém, uma coisa é certa, sempre que ele encosta no balcão, ela arruma o decote pra mostrar melhor os dotes. Os colegas de Ditinho dizem que ele nasceu com o cú virado pra lua, mas ele achava que era o charme dele, mas o que importava, a mulher de sua vida seria sua esposa em breve?
Se despede da balconista que o olha com um sorriso malicioso, e sai do recinto.
Chega em casa, coloca os pães em cima da mesa, e olha o relógio: sete e meia. As horas não passam, lá fora a molecada já grita celebrando o novo dia.
Renato Vital que trabalha na finalização de seu romance a Saga de Ditinho e também na demo disc do Grupo Fato Realista.
11.1.11
21.12.10
Muita Paz
Muita Paz em 2010, é o que deseja Renato Vital aos homens de bom coração e de boa vontade.
7.12.10
Mano Brown e Sampa Crew num bate papo
Eu sempre achei o mano brown um cara inteligente, apesar de ele negar isso. A vez que eu trombei ele no campinho no morro do piolho, onde fica o Capao Cidadao, achei que ele era aquela pessoa carrancuda que os outros diziam que ele era. Mas na verdade nao e bem assim, ele apenas nao gosta de ser incomodado nem visado como artista ou celebridade, enfim, gosta de ser um mano normal, no meio dos rapper, ou no meio das senhoras e dos senhores que moram nas quebradas por onde ele circula. Enfim eu pedi pra tirar uma foto com ele, e ele na maior humildade parou e tirou a foto, e ainda atendeu outros fas. So sabe quem e ele quem conhece. E pra quem nao sabe o Cocao do Versao Popular e filho dele ( brincadeira heheheh). E isso ai confere ai o video.
Uma linda poesia:
Entorpecido
Acendi um malboro e tomei um gole de cerveja
Pensei nos moleques de rua que anda a beira
Acendi um baseado, estiquei uma carreira de farinha
Pensei nos menores abandonados perdidos na vida
Ia queimar uma pedra, mas lembrei que ela
Mata a vida de muitos, que estão na favela
Fiquei entorpecido, lindo isso viu
Mas bonito é a menina que vi
Com os olhos vermelhos, sem colirio pra mim
Entorpecido eu adormeço, sem medo
Mas a paranóia é fatal, e cada vício tem seu preço
Uma linda poesia:
Entorpecido
Acendi um malboro e tomei um gole de cerveja
Pensei nos moleques de rua que anda a beira
Acendi um baseado, estiquei uma carreira de farinha
Pensei nos menores abandonados perdidos na vida
Ia queimar uma pedra, mas lembrei que ela
Mata a vida de muitos, que estão na favela
Fiquei entorpecido, lindo isso viu
Mas bonito é a menina que vi
Com os olhos vermelhos, sem colirio pra mim
Entorpecido eu adormeço, sem medo
Mas a paranóia é fatal, e cada vício tem seu preço
2.12.10
Fui pro sarau da cooperifa quarta
Quem é prata da casa é de verdade. Toda vez que chego na cooperifa sou bem chegado, não importa a situação. Ontem foi lançamento do livro do Lobão, o cara é monstro e irônico nas poesias. É pura contestação, e a poesia do Lobão afasta o zé povinho pra bem longe. Já chegando lá encontrei o Vato Loko, mano bom, firmeza, ficou de me mandar o novo àlbum do Alcatéia, que eu com certeza vou querer conferir. Falando nisso ontem adquiri o cd do Versão Popular, Jairo Periafricania, N.S.N e comprei o livro do Lobão FAM DA RUA. É isso ai.
23.11.10
Não creio em mais nada
Um hino de guerra, ou apenas uma música de reflexão....
Não Creio Em Mais Nada
Paulo Sérgio
Não sei o que faço, a minha vida é uma luta sem fim,
me sinto no espaço o tempo todo a procura de mim,
há dias na vida, que a gente pensa que não vai conseguir,
que é bem melhor deixar de tudo e fugir
que outro mundo tudo vai resolver.
Não sei o que faço, se volto agora ou continuo a seguir,
eu sinto cansaço, e ja nem sei se vale a pela insistir,
há dias na vida que a gente pensa que não vai conseguir,
que é bem melhor deixar de tudo e fugir,
que outro mundo tudo vai resolver.
Não creio em mais nada,
ja me perdi na estrada,
ja não procuro carinho,
me acostumei na caminhada sozinho,
a vida toda só pisei em espinhos
ja descobri que o meu destino e sofrer;
Não creio em mais nada
ja me perdi na caminhada sozinho
a vidatoda só pisei em espinhos
ja descobri que meu destino é sofrer.
Não Creio Em Mais Nada
Paulo Sérgio
Não sei o que faço, a minha vida é uma luta sem fim,
me sinto no espaço o tempo todo a procura de mim,
há dias na vida, que a gente pensa que não vai conseguir,
que é bem melhor deixar de tudo e fugir
que outro mundo tudo vai resolver.
Não sei o que faço, se volto agora ou continuo a seguir,
eu sinto cansaço, e ja nem sei se vale a pela insistir,
há dias na vida que a gente pensa que não vai conseguir,
que é bem melhor deixar de tudo e fugir,
que outro mundo tudo vai resolver.
Não creio em mais nada,
ja me perdi na estrada,
ja não procuro carinho,
me acostumei na caminhada sozinho,
a vida toda só pisei em espinhos
ja descobri que o meu destino e sofrer;
Não creio em mais nada
ja me perdi na caminhada sozinho
a vidatoda só pisei em espinhos
ja descobri que meu destino é sofrer.
10.11.10
Esses dias
A vida tá que tá corrida, é trabalho e mais trabalho. Acabou a eleição, quem sabe agora eu tenho mais inspiração pra poesias. O melhor das eleições é ver o quanto o povo avançou mentalmente, e se aqueles discursos antigos mesquinhos ainda estão na boca do povo. Mais o melhor ainda está por vir (ou o pior) dia 1 os eleitos assumem e os que não vão estar mais lá somem.
Chega mês de novembro, a gente já começa a pensar no que vai fazer no próximo ano, e no que ainda tem pra terminar nesse. Eu ainda pretendo fazer muito esse ano, pena que a correria do dia a dia não tem deixado. Até o meu livro, a saga de Ditinho, nunca mais escreve uma linha, mas pudera, como é um livro que vai ter pitadas de humor em meio ao caos (como é a favela) estou fazendo bastante laboratório, lendo principalmente sobre os políticos (uma grande palhaçada) e um escritor chamado João Ubaldo Ribeiro, que tem crônicas bastante bem humoradas, só não concordo que ele seja anti-Lula, mas tudo bem. Nessa linha de leituras eu tenho procurado ler o menos possível sobre literatura marginal/periférica, mas é muito difícil, ai eu pego um livro do Ferréz, do Buzo ou do Allan da Rosa e começo a carinha-los, doido pra ler uma, duas até três vezes.
E falando nos manos, sábado estava na biblioteca ônibus e adivinha o que encontrei... livros do Buzo, Ferréz e Allan da Rosa, fiquei alegre pra caralho, os livros são da coleção da Global, enquanto que o do Ferréz é o Ninguém é inocente em São Paulo.
Putz mano, to com mo saudades da Cooperifa, da Ação Educativa, dos apertos de mão e dos abraços dos manos, e dos apertos de mão e dos beijos das guerreiras é claro. As conversas com o Robson, Fanti, Akins, Elizandra, Buzo (apesar de ser palmeirense é boa gente), Sérgio Vaz, Ferréz ( esse é tipo um mestre na literatura), bom enfim, toda essa gente legal... esqueci de falar da Delourdes abraços nega.
Bom a meta é que ano que vem, eu tenha mais tempo pra cultura, e pra me voltar a alguns objetivos culturais pessoais, mas o coletivo tem que estar presente sempre.
È isso ai, vamos que vamos.
Uma poesia pra alguém...
Caminhos são caminhos
Não tive chance de escolher o seu
Caminhar junto contigo é o que queria
Mas você se esqueceu
O problema é que você não me fala
O por quê dos erros seus
Mas eu não quero tentar entender
Pois já entendi de uma maneira que deu
E entre esses caminhos e descaminhos
Não me venha com espiritismos, destinos e lá o que
O que não dá pra entender
É o gelo que vem de você.
Renato Vital é escritor poeta e articulador cultural.
Chega mês de novembro, a gente já começa a pensar no que vai fazer no próximo ano, e no que ainda tem pra terminar nesse. Eu ainda pretendo fazer muito esse ano, pena que a correria do dia a dia não tem deixado. Até o meu livro, a saga de Ditinho, nunca mais escreve uma linha, mas pudera, como é um livro que vai ter pitadas de humor em meio ao caos (como é a favela) estou fazendo bastante laboratório, lendo principalmente sobre os políticos (uma grande palhaçada) e um escritor chamado João Ubaldo Ribeiro, que tem crônicas bastante bem humoradas, só não concordo que ele seja anti-Lula, mas tudo bem. Nessa linha de leituras eu tenho procurado ler o menos possível sobre literatura marginal/periférica, mas é muito difícil, ai eu pego um livro do Ferréz, do Buzo ou do Allan da Rosa e começo a carinha-los, doido pra ler uma, duas até três vezes.
E falando nos manos, sábado estava na biblioteca ônibus e adivinha o que encontrei... livros do Buzo, Ferréz e Allan da Rosa, fiquei alegre pra caralho, os livros são da coleção da Global, enquanto que o do Ferréz é o Ninguém é inocente em São Paulo.
Putz mano, to com mo saudades da Cooperifa, da Ação Educativa, dos apertos de mão e dos abraços dos manos, e dos apertos de mão e dos beijos das guerreiras é claro. As conversas com o Robson, Fanti, Akins, Elizandra, Buzo (apesar de ser palmeirense é boa gente), Sérgio Vaz, Ferréz ( esse é tipo um mestre na literatura), bom enfim, toda essa gente legal... esqueci de falar da Delourdes abraços nega.
Bom a meta é que ano que vem, eu tenha mais tempo pra cultura, e pra me voltar a alguns objetivos culturais pessoais, mas o coletivo tem que estar presente sempre.
È isso ai, vamos que vamos.
Uma poesia pra alguém...
Caminhos são caminhos
Não tive chance de escolher o seu
Caminhar junto contigo é o que queria
Mas você se esqueceu
O problema é que você não me fala
O por quê dos erros seus
Mas eu não quero tentar entender
Pois já entendi de uma maneira que deu
E entre esses caminhos e descaminhos
Não me venha com espiritismos, destinos e lá o que
O que não dá pra entender
É o gelo que vem de você.
Renato Vital é escritor poeta e articulador cultural.
5.11.10
Que verde natureza, que nada! O negócio é verde dinheiro!
5 de novembro de 2010 11:10
Marina Silva recebeu R$ 3 milhões de setores poluidores
agestado
A campanha da senadora Marina Silva (AC), candidata derrotada do PV à Presidência da República, recebeu R$ 3 milhões em doações de segmentos poluidores, como os de metalurgia, mineração, papel e celulose, fertilizantes e cana-de-açúcar. Dentre os outros setores contribuintes se destacam o bancário e o de construção, que somaram mais R$ 6 milhões ao montante.
Empresas como Cosan (uma das maiores produtoras mundiais de cana-de-açúcar), Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Suzano Papel e Celulose, Klabin e Bunge, entre outras relacionadas a atividades poluentes, financiaram 12,5% dos R$ 24,1 milhões arrecadados para a campanha da candidata verde.
Marina teve grande parte de sua agenda política pautada pela causa ambiental. Defendeu a criação de uma agência nacional para prevenção de desastres ambientais e o veto às mudanças no Código Florestal que favoreceriam desmatadores, entre outras propostas.
De acordo com sua assessoria, o principal motivo das doações desse tipo de empresa é o modelo vigente de financiamento de campanhas, que obriga os candidatos a arrecadarem em curto prazo. Só temos três meses para arrecadar os fundos de campanha. Não dá para pedir atestado de 100% de excelência, explica o assessor Nilson de Oliveira. Não foi firmado nenhum tipo compromisso com as empresas financiadoras.
Segundo ele, os únicos critérios de exclusão se estenderam às empresas de fumo e de armamento. As condições não permitem criar muitas outras barreiras. Ainda de acordo com Oliveira, as doações de pessoas físicas pela internet chegaram a R$ 169,2 mil.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Marina Silva recebeu R$ 3 milhões de setores poluidores
agestado
A campanha da senadora Marina Silva (AC), candidata derrotada do PV à Presidência da República, recebeu R$ 3 milhões em doações de segmentos poluidores, como os de metalurgia, mineração, papel e celulose, fertilizantes e cana-de-açúcar. Dentre os outros setores contribuintes se destacam o bancário e o de construção, que somaram mais R$ 6 milhões ao montante.
Empresas como Cosan (uma das maiores produtoras mundiais de cana-de-açúcar), Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Suzano Papel e Celulose, Klabin e Bunge, entre outras relacionadas a atividades poluentes, financiaram 12,5% dos R$ 24,1 milhões arrecadados para a campanha da candidata verde.
Marina teve grande parte de sua agenda política pautada pela causa ambiental. Defendeu a criação de uma agência nacional para prevenção de desastres ambientais e o veto às mudanças no Código Florestal que favoreceriam desmatadores, entre outras propostas.
De acordo com sua assessoria, o principal motivo das doações desse tipo de empresa é o modelo vigente de financiamento de campanhas, que obriga os candidatos a arrecadarem em curto prazo. Só temos três meses para arrecadar os fundos de campanha. Não dá para pedir atestado de 100% de excelência, explica o assessor Nilson de Oliveira. Não foi firmado nenhum tipo compromisso com as empresas financiadoras.
Segundo ele, os únicos critérios de exclusão se estenderam às empresas de fumo e de armamento. As condições não permitem criar muitas outras barreiras. Ainda de acordo com Oliveira, as doações de pessoas físicas pela internet chegaram a R$ 169,2 mil.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
4.11.10
Depois das Eleições
Domingo dia 31 de outubro, votamos pra presidente da república, numa esfera de " voto forçado". Não diria voto forçado apenas, mas também nos obrigam a votar em chapas que muitas vezes não são "puras", ou seja estão contaminadas com políticos de outras siglas que seguem outras ideologias partidárias. O PT por exemplo, que sempre foi de esquerda, está coligado com o PMDB, que é um partido de elite, que beneficia a classe média alta ( nunca mudou, nem nunca mudará). Mas de repente fazer a escolha certa, em determinado momento, nos força a tomar atitudes, que nem sempre são as mais convictas, mas pelo lado crítico, são as menos ruins, ou melhores num ponto de vista geral da sociedade.
Votar Dilma no domingo, não significou uma revolução, mas sim uma melhora em termos de Reformas e consensos. Eu acho que é mais ou menos isso, ou será que só falei groselha??
Renato Vital é escritor e poeta.
Votar Dilma no domingo, não significou uma revolução, mas sim uma melhora em termos de Reformas e consensos. Eu acho que é mais ou menos isso, ou será que só falei groselha??
Renato Vital é escritor e poeta.
3.11.10
A responsa agora é da mulher????
25.10.10
Dilma lança programa de governo - 13 motivos para votar 13 no dia 31

Dilma é a garantia de unir o País, respeitando as diferenças políticas, ideológicas, religiosas e culturais dos brasileiros.
Seu passado e seu presente são a garantia dos
13 COMPROMISSOS DE DILMA ROUSSEFF
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente. A democracia é nosso maior patrimônio. Além de um sistema de governo, é uma forma de vida que deve permear as relações econômicas e sociais. O fortalecimento da democracia política, logrado nos últimos
anos, será mantido e consolidado pela continuidade da reforma do Estado; pela preservação da autonomia dos poderes constituídos; pela garantia irrestrita da liberdade de imprensa e de expressão e da liberdade religiosa; pelo aprofundamento do respeito aos Direitos Humanos; pelo incentivo à participação popular e pela realização de uma reforma política que fortaleça as instituições, aproximando-as sempre mais da cidadania. A reforma política será definida em um amplo diálogo com a sociedade e suas organizações, por meio do Congresso Nacional. Terá como objetivo dar maior consistência à representação popular e aos partidos, eliminando as distorções que ainda cercam os processos eleitorais. A reforma do Estado dará mais transparência e permeabilidade às demandas da sociedade, além de garantir eficácia no combate à corrupção;
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais. No governo Dilma, será dada continuidade e profundidade a políticas que mantenham e expandam os níveis de crescimento alcançados nos últimos anos. Para tanto, serão ampliados o investimento, a poupança e as conquistas sociais. O crescimento não é sustentável sem estabilidade econômica, mas a estabilidade não se sustenta sem crescimento. A política macroeconômica será consistente com o equilíbrio fiscal, com o controle da inflação, com uma baixa vulnerabilidade a choques e com o crescimento mais rápido na renda das camadas mais pobres da população. Em acordo com Estados e municípios, serão complementadas mudanças tributárias que racionalizem e reduzam os efeitos socialmente regressivos da atual estrutura tributária e beneficiem a produção e as exportações. Além disso, a adoção de políticas regionais, com especial atenção ao desenvolvimento da Amazônia, do Nordeste e do Centro-Oeste, associando uma nova dinâmica dessas regiões com a pujança do Sul e Sudeste, levarão a um desenvolvimento mais harmônico do país;
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil. As políticas industrial, agrícola, energética e de infra-estrutura serão instrumentos centrais dessa transformação produtiva no próximo período. A política industrial, fortemente apoiada na inovação, vai compatibilizar o desenvolvimento da grande indústria com o das micro, pequenas e médias empresas, que são responsáveis pela geração da maior parte dos empregos. Para estimular e favorecer o empreendedorismo, serão definidas políticas especiais tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, qualificação profissional e de ampliação de mercados nacionais e internacionais.
Para atingir esses objetivos, será essencial a ação do BNDES, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do BNB e do Basa. A política agrícola fortalecerá a agricultura familiar e o agronegócio. Dará prosseguimento à reforma agrária em curso, com a ampliação do crédito e do apoio científico e tecnológico de organismos como a Embrapa. Aprofundará o atendimento das demandas logísticas que garantam o rápido e barato escoamento e o armazenamento da produção agrícola tanto para o mercado interno como para o exterior. A política energética se antecipará às demandas de um país que vive - e cada vez mais viverá - um longo período de crescimento acelerado. Será dada ênfase à produção de energia renovável e à pesquisa de novas fontes limpas. O Brasil dará prosseguimento à internacionalização de sua política energética, sobretudo, na sua relação com países pobres e em desenvolvimento. A mudança da infraestrutura, como vem sendo tratada no Programa de Aceleração do Crescimento - e está prevista no PAC 2 -, eliminará os gargalos que limitam nosso crescimento econômico, especialmente no transporte ferroviário, rodoviário, nos portos, aeroportos e nas condições de armazenagem. Será dada especial atenção à infraestrutura urbana que repercute diretamente nas condições de vida da imensa maioria da população: saneamento básico, transporte, habitação;
Seu passado e seu presente são a garantia dos
13 COMPROMISSOS DE DILMA ROUSSEFF
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente. A democracia é nosso maior patrimônio. Além de um sistema de governo, é uma forma de vida que deve permear as relações econômicas e sociais. O fortalecimento da democracia política, logrado nos últimos
anos, será mantido e consolidado pela continuidade da reforma do Estado; pela preservação da autonomia dos poderes constituídos; pela garantia irrestrita da liberdade de imprensa e de expressão e da liberdade religiosa; pelo aprofundamento do respeito aos Direitos Humanos; pelo incentivo à participação popular e pela realização de uma reforma política que fortaleça as instituições, aproximando-as sempre mais da cidadania. A reforma política será definida em um amplo diálogo com a sociedade e suas organizações, por meio do Congresso Nacional. Terá como objetivo dar maior consistência à representação popular e aos partidos, eliminando as distorções que ainda cercam os processos eleitorais. A reforma do Estado dará mais transparência e permeabilidade às demandas da sociedade, além de garantir eficácia no combate à corrupção;
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais. No governo Dilma, será dada continuidade e profundidade a políticas que mantenham e expandam os níveis de crescimento alcançados nos últimos anos. Para tanto, serão ampliados o investimento, a poupança e as conquistas sociais. O crescimento não é sustentável sem estabilidade econômica, mas a estabilidade não se sustenta sem crescimento. A política macroeconômica será consistente com o equilíbrio fiscal, com o controle da inflação, com uma baixa vulnerabilidade a choques e com o crescimento mais rápido na renda das camadas mais pobres da população. Em acordo com Estados e municípios, serão complementadas mudanças tributárias que racionalizem e reduzam os efeitos socialmente regressivos da atual estrutura tributária e beneficiem a produção e as exportações. Além disso, a adoção de políticas regionais, com especial atenção ao desenvolvimento da Amazônia, do Nordeste e do Centro-Oeste, associando uma nova dinâmica dessas regiões com a pujança do Sul e Sudeste, levarão a um desenvolvimento mais harmônico do país;
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil. As políticas industrial, agrícola, energética e de infra-estrutura serão instrumentos centrais dessa transformação produtiva no próximo período. A política industrial, fortemente apoiada na inovação, vai compatibilizar o desenvolvimento da grande indústria com o das micro, pequenas e médias empresas, que são responsáveis pela geração da maior parte dos empregos. Para estimular e favorecer o empreendedorismo, serão definidas políticas especiais tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, qualificação profissional e de ampliação de mercados nacionais e internacionais.
Para atingir esses objetivos, será essencial a ação do BNDES, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do BNB e do Basa. A política agrícola fortalecerá a agricultura familiar e o agronegócio. Dará prosseguimento à reforma agrária em curso, com a ampliação do crédito e do apoio científico e tecnológico de organismos como a Embrapa. Aprofundará o atendimento das demandas logísticas que garantam o rápido e barato escoamento e o armazenamento da produção agrícola tanto para o mercado interno como para o exterior. A política energética se antecipará às demandas de um país que vive - e cada vez mais viverá - um longo período de crescimento acelerado. Será dada ênfase à produção de energia renovável e à pesquisa de novas fontes limpas. O Brasil dará prosseguimento à internacionalização de sua política energética, sobretudo, na sua relação com países pobres e em desenvolvimento. A mudança da infraestrutura, como vem sendo tratada no Programa de Aceleração do Crescimento - e está prevista no PAC 2 -, eliminará os gargalos que limitam nosso crescimento econômico, especialmente no transporte ferroviário, rodoviário, nos portos, aeroportos e nas condições de armazenagem. Será dada especial atenção à infraestrutura urbana que repercute diretamente nas condições de vida da imensa maioria da população: saneamento básico, transporte, habitação;
4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável. A política ambiental cuidará para que o Brasil desempenhe papel exemplar na construção de um modelo de desenvolvimento ao mesmo tempo sustentável e includente. Será dada ênfase à continuidade do exitoso programa de combate ao desmatamento, fortalecido no governo Lula, assim como à proteção de nossos biomas, especialmente, a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica. É fundamental o prosseguimento das iniciativas previstas nos Programas de Aceleração do Crescimento 1 e 2, como ampliação da oferta de água, o esgotamento sanitário, a coleta e o processamento de lixo nas cidades brasileiras. Tais iniciativas, juntamente com programas de habitação e de melhoria do transporte urbano, terão impacto sobre as condições de vida de milhões de homens e mulheres que se concentram nas cidades de grande e médio portes. A política industrial levará em conta critérios ambientais, da mesma forma que as políticas fiscais e de crédito. Seguirão privilegiadas as fontes renováveis de energia e a iniciativa da pesquisa e do desenvolvimento de fontes limpas. Os trabalhos de zoneamento agroecológico, de recuperação de terras degradadas e de implementação de projetos de manejo florestal também serão aprofundados. O governo brasileiro compromete-se com as metas
nos foros internacionais, políticas que estabeleçam responsabilidades iguais para todos os países, porém diferenciadas.
5. Erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades. Promover a igualdade, com garantia de futuro para os setores discriminados na sociedade. Além do crescimento econômico, da expansão do emprego e da renda, da valorização do salário mínimo, o Programa Bolsa Família continuará tendo papel relevante na inclusão social. Esse Programa abrangerá a totalidade da população pobre. Além de melhorarem as condições de vida de milhões de brasileiros e de terem impacto positivo sobre o crescimento econômico, os programas sociais são o reconhecimento de direitos da cidadania e não medidas “assistenciais” como querem nossos adversários.
Essas políticas sociais serão complementadas pela ampliação da geração de emprego e renda, pelo fortalecimento da economia solidária e de programas de capacitação e crédito que favoreçam o empreendedorismo.
Nesses movimentos, terá papel importante o apoio às famílias que vivem agudos processos de desestruturação.
Serão ampliadas as iniciativas legais e administrativas que, no governo Lula, promoveram a igualdade de direitos e de oportunidades para mulheres, negros, populações indígenas, idosos e para todos os setores da sociedade discriminados, seja pela sua condição social, deficiência, etnia, idéias, credos ou por sua orientação sexual. Por meio de políticas públicas, todos esses segmentos serão beneficiados pela proteção do Estado, visando a melhores condições de vida.
A erradicação da pobreza beneficiará não somente aos pobres, mas ao conjunto da sociedade;
6. O Governo Dilma será de todos os brasileiros e brasileiras e dará atenção especial aos trabalhadores. O governo Dilma dará especial atenção ao acesso ao trabalho formal de homens e mulheres, em particular aos jovens e aos segmentos sociais hoje mais discriminados. Ampliará os programas de apoio à inserção de jovens no mercado de trabalho e alternativas para inserção ocupacional dos beneficiários do Bolsa Família; protegerá o emprego e a renda dos trabalhadores; combaterá todas as formas de trabalho infantil, precário e degradante, especialmente, as manifestações residuais de trabalho escravo; promoverá relações e condições de trabalho saudáveis, qualificadas pela OIT como “trabalho decente”; manterá diálogo permanente com os sindicatos para definir as grandes linhas
das políticas trabalhistas. No campo e na cidade, políticas habitacionais, de saneamento, transporte, educação e saúde contribuirão para a melhoria das condições de vida dos trabalhadores;
7. Garantir educação para a igualdade social, a cidadania e o desenvolvimento. Será garantido aos brasileiros – especialmente aos jovens – acesso a uma escola de qualidade, que combine ensino e capacitação para o trabalho. O governo Dilma expandirá e melhorará o ensino público e cuidará da educação da pré-escola à pós-graduação. Nas suas atribuições específicas, dará continuidade à ampliação e à qualificação da educação superior. Mais universidades públicas, mais campi e extensões universitárias garantirão a ampliação das matrículas. Mais verbas para estimular as pesquisas e fortalecimento da pós-graduação, que será expandida a todas as regiões do país. A experiência do ProUni será potencializada, permitindo a mais estudantes de baixa renda ingressarem na universidade. O projeto de construção das Instituições Federais de Educação Tecnológica (IFETs) será ampliado. As cidades pólo ou com mais de 50 mil habitantes possuirão, pelo menos, uma escola técnica. O piso nacional para professores e os programas nacionais de capacitação de docentes permitirão a cooperação da União com estados e municípios para alcançar padrões educacionais de qualidade em todos os níveis. O Governo Federal assumirá a responsabilidade da criação de 6 mil creches e pré-escolas e de 10 mil quadras esportivas cobertas. Será estabelecida uma articulação entre políticas educacionais, de esporte e cultura. Uma ampla mobilização – envolvendo poderes públicos e sociedade civil – terá como objetivo a erradicação do analfabetismo;
8. Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica. Dando continuidade aos programas de fortalecimento da pesquisa científica e tecnológica em curso, o governo Dilma expandirá os recursos para Pesquisa e Desenvolvimento. Ampliará substancialmente o número de bolsas de estudos oferecidas pela Capes e pelo CNPq e dará ênfase à formação de engenheiros e à ampliação do registro de patentes. Serão privilegiadas as pesquisas em biotecnologia e nanotecnologia, robótica e novos materiais, tecnologia da informação e da comunicação, em saúde e produção de fármacos, biocombustíveis e energias renováveis, agricultura, biodiversidade, Amazônia e Semi-árido, áreas nuclear e espacial, recursos do mar e defesa. A inclusão digital ocupará um lugar importante, com a extensão da banda larga para todo o país, em especial para as escolas. Essas iniciativas permitirão que o Brasil construa uma sociedade do conhecimento para melhor enfrentar os desafios do século XXI;
9. Universalizar a saúde e garantir a qualidade do atendimento do SUS. O governo Dilma terá como preocupação fundamental o aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde e de seus mecanismos de gestão, de fiscalização e de controle de qualidade dos serviços prestados. Será dada continuidade às políticas públicas de ampliação do Samu, ao Programa Brasil Sorridente, às Farmácias Populares, à expansão das equipes do Programa Saúde da Família e à implantação das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e policlínicas. Essas e outras iniciativas foram responsáveis por significativa melhoria dos indicadores sociais, como a redução da mortalidade infantil, e a diminuição de doenças transmissíveis e de epidemias. Essas ações serão complementadas por uma política de reestruturação da atenção hospitalar. Haverá especial atenção aos programas de saúde mental, especialmente no tratamento do alcoolismo, do consumo de crack e de outras drogas que afetam particularmente nossa juventude. A universalização da saúde dar-se-á também pela oferta gratuita de remédios contra a hipertensão e o diabetes e pelo desenvolvimento de programas nacionais de prevenção do câncer, de reabilitação de pessoas com deficiência e de atenção aos idosos. A saúde do trabalhador e a prevençãode acidentes terão lugar de destaque nas políticas governamentais. Em consonância com a política de Ciência e Tecnologia, haverá o desenvolvimento do complexo produtivo da saúde para avançar em direção à auto-suficiência científica e tecnológica na produção de fármacos e na ampliação da fabricação de genéricos. Além disso, a expansão do saneamento básico terá forte incidência na melhoria da saúde dos brasileiros;
10. Prover as cidades de habitação, saneamento, transporte e vida digna e segura para os brasileiros. Terá particular relevância no governo Dilma o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de mais dois milhões de moradias. Dar-se-á prosseguimento à democratização do acesso à terra urbana e à regularização da propriedade nos termos da lei, bem como ênfase no esforço de universalização do saneamento e de apoio à gestão integrada de resíduos sólidos. Um programa nacional de defesa urbana terá como objetivo prevenir desastres ambientais. Na mesma direção, serão adotadas medidas para promover a melhoria sensível das condições ambientais das cidades. Será dada continuidade, sobretudo, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento, ao programa que objetiva dotar as cidades de transporte coletivo eficiente, com especial ênfase, para a continuidade da expansão de metrôs nas principais aglomerações urbanas. Será fundamental também a redução dos acidentes de trânsito, que produzem anualmente dezenas de milhares de mortos, incapacitados e elevados prejuízos materiais. Para a implementação das grandes linhas das políticas urbanas, o governo Dilma estimulará a participação cidadã na sua formulação e na sua gestão, apoiará os municípios em seu esforço de administração mais eficiente e fortalecerá a gestão metropolitana. Todas as políticas urbanas se articularão com a necessidade de desenvolvimento econômico e ambiental dos territórios, de inclusão social e de promoção de uma cultura de paz nas cidades;
11. Valorizar a cultura nacional, dialogar com outras culturas, democratizar os bens culturais e favorecer a democratização da comunicação. Dando continuidade à mudança da política cultural dos últimos oito anos, o governo Dilma favorecerá a democratização dos bens culturais e a valorização de nossa identidade nacional e de nossa diversidade cultural. Serão ampliados os pontos de cultura e outros equipamentos. Será implantado o Vale Cultura. O debate plural de ideias será estimulado para fortalecer a democracia e para contribuir com a dimensão cultural da cidadania. Será favorecida a comunicação, livre e plural, capaz de refletir as distintas expressões da sociedade brasileira. O modelo brasileiro de TV aberta,
associado a novas tecnologias, como o padrão de TV Digital adotado no Brasil e a internet, dentre outros, ajudarão na ampliação do acesso aos meios de informação e de comunicação. O fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura permitirá uma presença maior de iniciativas em nossas cidades, especialmente, para nossos jovens. A memória e o patrimônio histórico e cultural nacionais serão valorizados. O governo Dilma fortalecerá nossa presença cultural no mundo e promoverá o diálogo com outras culturas. Será estabelecida uma forte conexão entre a política cultural e a política educacional. O Ministério da Cultura proporá iniciativas para fortalecer a indústria do audiovisual nacional e regional em articulação com outros países, sobretudo do Sul. Em diálogo com artistas, produtores e comunidades culturais, serão aperfeiçoados os mecanismos de financiamento da cultura;
12. Garantir a segurança dos cidadãos e combater o crime organizado O governo Dilma enfrentará o crime organizado e o crime comum, consolidando a mudança de paradigma da segurança pública, iniciada pelo Ministério da Justiça por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Consolidará, portanto, a articulação entre a repressão qualificada e inteligente ao crime, a implementação de programas sociais com foco no jovem e a mobilização da sociedade. Para assegurar o êxito da política de segurança, seguirá aprofundando a nova relação federativa nesta área, articulando ações conjuntas com estados e municípios, integrando as polícias estaduais em um amplo programa de capacitação, fortalecendo, assim, o Bolsa-formação e um novo modelo de policiamento. Ampliará, assim, os Territórios de Paz e as UPPs com a polícia de proximidade, projetos de urbanização de áreas de maior conflito e programas sociais e de saúde para atender os jovens usuários de drogas, impedindo o aumento do crack nas grandes cidades. Integrará os sistemas de informação da segurança, profissionalizando a gestão com desenvolvimento de inteligência policial e alta tecnologia. Reforçará o trabalho da Polícia Rodoviária Federal, qualificando-o sempre mais para reduzir a insegurança no trânsito. Prosseguirá nos esforços de mudança nas leis processuais penais e em uma reforma radical do sistema penitenciário. A Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública serão fortalecidas para combater o crime organizado, dando especial atenção ao combate à lavagem de dinheiro. A Polícia Federal e as Forças Armadas intensificarão o controle e defesa de nossas fronteiras para impedir o tráfico de drogas e de armas;
13. Defender a soberania nacional. Por uma presença ativa e altiva do Brasil no mundo. A política externa do governo Dilma dará ênfase especial aos processos de integração sul-americana e latino-americana, à cooperação Sul-Sul (Bric, Ibas) e à solidariedade com os países pobres e em desenvolvimento. Nossas parcerias tradicionais serão preservadas e ampliadas. A política externa será instrumento importante para o aumento e diversificação geográfica de nosso comércio exterior e para a expansão de nossos investimentos e iniciativas de complementação produtiva. O Brasil permanecerá fiel aos princípios de não intervenção, de defesa dos Direitos Humanos, de luta pela paz mundial e pelo desarmamento. Continuará defendendo a construção de um mundo multilateral e a democratização de organismos internacionais como a ONU, o FMI e o Banco Mundial. O Brasil continuará mantendo na esfera bilateral ou em organismos multilaterais, como o G20, um diálogo construtivo e soberano com os países desenvolvidos e em desenvolvimento. A consolidação e a implementação da nova política de defesa, nos termos da Estratégia Nacional, aprovada em 2009, será acompanhada do reequipamento das Forças Armadas e da plena implantação do Ministério da Defesa iniciada no governo Lula.
Brasília, setembro-outubro de 2010.
20.10.10
Esqueci dela?
Hoje lança na Cooperifa:
" Traficando Conhecimento "
Amanhã no Sarau Elo-da-Corrente
Mais informações: http://www.jessicabalbino.blogspot.com/
Te adoro nega.
Artigo de Pedro Bial

Detesto ele como apresentador do Big Brother, assim como também detesto o Big Brother. Mas o artigo dele sobre a Dilma presidente está bom. Veja só:
Artigo de Pedro Bial - Sobre Dilma e Serra!
O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como preferir) que
“um filho seu
não foge à luta”. Tanto Serra como Dilma
eram militantes estudantis, em 1964,
quando os militares,
teimosos e arrogantes, resolveram dar o mais besta dos
golpes
militares da desgraçada história brasileira. Com alguns tanques
nas ruas,
muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes
de compreender o momento
histórico brasileiro, “colocaram o
rabinho entre as pernas” e foram para o
Chile, França,
Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante
longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos
salários. Foi nas
belas praias do Chile, que José Serra
conheceu a sua esposa, Mônica Allende
Serra, chilena.
Outras
lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito
em nosso
Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com
suas próprias vidas, sofreram
prisões e torturas
infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje,
possamos
viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de
imprensa.
Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel
guerreira da solidariedade e
da democracia. Foi presa e
torturada. Não matou ninguém, ao contrário do que
informa
vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.
Não
sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor.
Somente por
estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff
guerreira, já me bastam para
definir o voto na eleição
presidencial de 2010. Detesto fujões, detesto
covardes!
Pedro Bial, jornalista!
não foge à luta”. Tanto Serra como Dilma
eram militantes estudantis, em 1964,
quando os militares,
teimosos e arrogantes, resolveram dar o mais besta dos
golpes
militares da desgraçada história brasileira. Com alguns tanques
nas ruas,
muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes
de compreender o momento
histórico brasileiro, “colocaram o
rabinho entre as pernas” e foram para o
Chile, França,
Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante
longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos
salários. Foi nas
belas praias do Chile, que José Serra
conheceu a sua esposa, Mônica Allende
Serra, chilena.
Outras
lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito
em nosso
Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com
suas próprias vidas, sofreram
prisões e torturas
infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje,
possamos
viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de
imprensa.
Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel
guerreira da solidariedade e
da democracia. Foi presa e
torturada. Não matou ninguém, ao contrário do que
informa
vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.
Não
sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor.
Somente por
estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff
guerreira, já me bastam para
definir o voto na eleição
presidencial de 2010. Detesto fujões, detesto
covardes!
Pedro Bial, jornalista!
16.10.10
CAMPANHA SERRA NUNCA MAIS!
CAMPANHA SERRA NUNCA MAIS!!!!!!

- Chega de escola pública sucateada
- Chega de Porrada em professor de escola pública
- Chega de privatizações ilegais e favorecimentos
- Chega de sucateamento na saúde
- Chega de ser Refém do FMI
DIA 31 DE OUTUBRO
PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO
VOTE DILMA

15.10.10
Ataques a Dilma e mentiras pela internet
Se acaso a Dilma perder as eleições não será por causa de força e determinação de Serra e sim por causa de uma onda suja que está acontecendo na internet, no boca a boca e nas conversas por ai.
Existe um jogo sujo, que está influenciando os jovens a votarem no Serra, devido a mentiras que são inventadas.
Fiquem ligados e atentos, se é pra perder a eleição, que seja de forma limpa, ou será que não existe isso de limpeza na política?
È triste.
14.10.10
Dilma 13
11.10.10
Ingenuidade
Acredito no que eles dizem
Acredito mais na lua de São Jorge
Acredito em astronautas
No mundo da lua
E na lua de São Jorge
Acredito mais na lua de São Jorge
Do que no espaço deles
Reclamando de quê, cara pálida?
Um tanto de funcionários, e um trabalho vira lata
Vai saber por quê quer ganhar mais
Trabalhando menos
Mas eu acredito no amor
E acredito no 100%
Do nosso eles querem tirar
E no bolso só poeira vai entrar
Ou o papelzinho dos cuzão
Que só volta pra pedir voto em ano de eleição
Faz favor e não some
Na hora H o povo é que se fode
Prometo nunca mais dar mole
Pra esse filhos de uma pátria morte
Mas eu acredito, continuo acreditando
Na melhora que eles prometem de ano em ano
Continua melhorando
Seu saldo lá na porra do banco
Falando em banqueiros
Eles ajudam em suas campanha$$$$$$
Pra que vocês sejam os fantoches de luxo
Desse esquema podre, desse sistema imundo
Eu acredito na mudança que vocês prometeram
Mas não pelas mãos de você
O pobrema tá na curtura rapaiz
Enquanto não tivermos ela seremos incapaz
O palhaço na propaganda é engraçado
Mas é um palhaço, dos palhaços
Somos palhaços, e pra que votar em outro
Vai saber por quê somos tão tolos
Acredita, na maior cara de pau
O sistema vai melhorar, pode acreditar
A sina de sofrer vai acabar
A burguesia vai ajudar a melhorar,
A burguesia é a carniça
Mas pra que acreditar tanto
Se quem se lasca de quatro anos em diante
È o povo que vai seguindo o plano.
Renato Vital é poeta, escritor e vai votar na Dilma mesmo pouco acreditando.
7.10.10
4.10.10
Candidatos eleitos
Dos candidatos que votei, foram eleitos
Carlos Gianazzi - PSOL para Deputado Estadual
Ivan Valente - PSOL para Deputado Federal
Marta Suplicy - PT para senadora
Os outros souberam competir:
Plínio de arruda Sampaio- presidente - PSOl
Paulo Bufalo - governador - PSOL
Marcelo Henrique - senador - PSOL
Carlos Gianazzi - PSOL para Deputado Estadual
Ivan Valente - PSOL para Deputado Federal
Marta Suplicy - PT para senadora
Os outros souberam competir:
Plínio de arruda Sampaio- presidente - PSOl
Paulo Bufalo - governador - PSOL
Marcelo Henrique - senador - PSOL
Mas... agora é...
Dilma 13 !!!!!!!
30.9.10
antes de votar em serra e alckmin veja isso
serra, alckmin e companhia nada fizeram pra evitar isso em 16 anos de governo
27.9.10
Incêndio na favela Real Parque
Eu vou contribuir, e você?
Mais informações no: www.ferrez.blogspot.com e www.colecionadordepedras1.blogspot.com
Mais informações no: www.ferrez.blogspot.com e www.colecionadordepedras1.blogspot.com
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