25.7.10

Fotos Hip Hop fazendo escola por Mano Pool A fusão

Logo mais texto sobre a festa.


Agradecimentos à:

Sub Prefeitura de Cidade Ademar
Wladimir Arruda
José Rubens
Rosalvo Caires
Bruno Covas

E.E. Leonor Quadros
Profª Mirta
Profª Sandra
Cida mina mil grau mesmo

Programa Escola da Família
Todas as minas que ajudaram
Antônia
Rose
e as demais

Livraria Suburbano Convicto

Alessandro Buzo
Marilda Borges

À cupula Negredo

Regina do posto de saúde

Dj Dinho

Valmir São Paulino Vida Loka ( tirou dinheiro do bolso pra comprar àgua e refrigerante)

Fernando que veio de Minas Gerais ver o evento

E a todos os demais pela colaboração. Muito Obrigado.



Agradecimentos à:

Sub Prefeitura de Cidade Ademar
Wladimir Arruda
José Rubens
Rosalvo Caires
Bruno Covas
Negredo presente no Hip Hop Fazendo escola




Mano Tò, Betão, Mano Pool
Qi Racional
Du Conceito
Du Conceito
Varios manos
Qi alforria
Betão loko do Jardim Niterói
A banca
OS manos
Betão Qi ALforria

Betão
Qi Racional
Negredo
TÓ, PRA QUEM TORCEU, MEUS AGRADECIMENTO
PROS CANALHAS QUE DUVIDARAM DE MIM, TÁ AI, ISSO É ATITUDE
NEGREDO
FAZENDO RAP PRA SE LIBERTAR
É QUATRO PRETO DO GUETO
Dj Alê nas pick ups monstro
Mesa de som
Vai pensando que tá bom, aqui é negredo rapaz.
Negredo
Negredo
Eai Negredo
Mc Tó e Wilsão
Negredo é da favela Godoy pra vida rapaz
Só guerreiro, dando um show dentro de uma escola, por isso se chama Hip Hop fazendo escola.
Renato Vital, dando uma idéia na moral * Renato Veste Suburbano Convicto.
Renato Vital apresentando o Hip Hop fazendo escola
Filho do Dj Alê
Sò a rapa reunida, Tripa, Luter, Duconceito, Betão, Branco, Julião Black
Dj Alê, Wilsão, Luter, Mano Branco, Renato Vital, Julião Black, Tripa, Mc Tó.
A rapa reunida, se é Hip Hop é vida.

22.7.10

HIp Hop fazendo escola fotos

Fernando
Pick ups

Mano branco, mano do pagode, Fernando e Luter.

Mesa dos informativos
Dj Dinho
Antônia
Almoço comunitário
Almoço comunitário
Tito e Dj Dinho
Fernando e Renato Vital
















fotos hip-hop fazendo escola dia 18 de julho

Valmir vida loka, Fernando vindo de Minas Gerais e Tito
Fernando, Valmir, Tito, e os irmãos.

Basquete rolando na quadra de fora


Basquete

Produtores

Paulo técnico de som
Eloá e professora do colégio
Rapa do Jardim Miriam e quebradas
Montando a estrutura
Todos reunidos por um só ideal

21.7.10

Hip-Hop fazendo escola foi um sucesso

O evento hip hop fazendo escola, foi um verdadeiro sucesso. O evento terminou as seis horas de domingo dia 18 de julho, mas só parei de trabalhar ontem, terça-feira. Acontece que quem tá acostumado a fazer eventos, sabe o quanto é difícil, desde os preparos, a finalização do evento, que é bem complicada por sinal. Então vamos lá, vamos começar de sábado.

Sábado 17 de julho:

Tinhamos quase tudo preparado pro evento, faltava apenas alguns detalhes. E sem esses detalhes seria impossível fazer o menor dos eventos de Hip-Hop. A AÇÃO EDUCATIVA, bancou a grana que seria usada pro transporte do palco, já que meu evento virou meio que um evento preliminar a semana de cultura hip-hop que será realizada na própria Ação Educativa - Rua General Jardim - Santa Cecília no centro de São Paulo. Tinhamos brindes, revistas, cds, livros e o jornal Boletim do Kaos pra entregar tudo cedido pela livraria Suburbano Convicto, que fica na 13 de maio também no centro de São Paulo, é claro, o Alessandro Buzo que tem mil pernas, também ajudou a gente no evento, e a ajuda dele foi muito importante pro sucesso do evento como vou contar mais adiante. O dj Dinho estava confirmado pra discotecagem e pra colaborar no evento, junto dele muitos outros parceiros, como Valmir vida loka, Marcos Vital, Welton grupo Fato Realista, Tito, Cida, Profª Sandra, Profª Mirta, as meninas e os rapazes do Escola da Família e muitas outras pessoas que colaram e ajudaram no evento.
Bom resumindo, lá estava eu sete horas da noite de sábado, com o uniforme de trabalho, combinando com o Welton e o Dinho como eles iriam buscar o palco, e deixando tudo bem claro, de como engregariam e como fariamos no dia seguinte pra montar e etc. Fomos até o tiozinho, Seu Luis, pra pegar o carro que traria o palco e o som e deixaria na escola, pro dia seguinte. Eles foram com o seu Luis, e eu voltei pro meu trabalho. Quando foi nove horas veio a notícia bomba, o palco e as barracas estavam a caminho da escola, quanto ao som.... estava quebrado e sem definição de onde arrumariamos um. Liguei pro Wladimir da Sub-prefeitura e ele me disse que arrumaria, que estava tudo certo, como estava de fato, pude comprovar domingo.
Bem fui dormir no sábado, na expectativa, mas sabia que Deus nos ajudaria, e conseguiriamos dar um show a parte.

Domingo 18 de julho, dia do evento Hip-Hop fazendo escola

O celular toca, são 8:20 da manhã, levanto num susto, me troco, tomo um café, e vou rumo o colégio Leonor Quadros, nem sabia o grande trabalho e satisfação que me aguardava. Chego no Leonor 09:20 da manhã, e começa o trabalho, carregar caixas de som, carregar o palco, enfim carregar tudo pra quadra. E quem disse que eu não coloquei a mão na massa? Aqui é trabalho voluntário e comunitário convicto.
Tudo corria normal até meio dia, com excessão das barracas que deram um trampo a mais pra montar. Mas ficou tudo muito bonito. Deu meio dia e nada do grupo de samba, deu meio dia e meio e nada do grupo de samba, mas a fome bateu e meio dia e meio começou o almoço comunitário. Todo mundo batendo um rango, em meio a isso tudo, liguei pro grupo de samba, e o líder do grupo me disse que não iriam por causa que faltava um rapaz do cavaco, tudo bem, no próximo evento não levarei grupos de samba. Eu sei que é feio falar isso, mas grupo de samba é mais complicado, por quê é mais difícil trazer os caras sem cachê.
Bom, duas horas e vinte da tarde, o primeiro grupo chegou, o Essence of Roses que é um grupo de rock de diadema - bairro Eldorado. Cantaram, e o público gostou, o repertório dos caras é voltado pro Pop Rock e também rock de protesto.
As três horas em ponto, entrava em cena o Grupo Fato Realista, composto por: Renato Vital, Welton e Marcos Vital. Cantamos quatro músicas de nosso repertório, e acho que agradamos, o público presente. Vou te falar um negócio, pode parecer um trabalho árduo, organizar um evento de Hip-Hop por três meses e cantar por apenas vinte minutos, mas pra mim foi muito gratificante, pois eu ajudei a criar o barato.
Depois que acabou nossa apresentação, continuei apresentando o evento, e anunciei os manos do N.O.S Crew. Os manos é um grupo da Vila Clara, que mistura Rap com Breacking Dance, ou seja, eles cantam e dançam ao mesmo tempo. E os caras dançam mesmo!
Logo após o N.O.S, foi a vez do Enigmas de periferia se apresentar no Hip Hop Fazendo Escola. Em seguida entrou a banca monstrona do Lâmina Afiada, os caras são Díscipulos do Marcão Telesforum, que já escreveu letras pro Thaíde, e que infelizmente morreu perdido no alcoolismo.
As cinco horas entrou em ação os manos do Q.I racional, Betão e companhia fizeram uma apresentação muito loka.
Pra fechar com chave de ouro a grande atração do dia. Grupo Negredo direto da favela Godoy. Cantaram seus maiores sucessos como: Loko alucinado, Quatro preto e assim por diante.
Foi um evento muito gratificante pra mim, pois estavamos desde abril batalhando pra que ele se realizasse, e teve momentos na caminhada, que eu pensei em desistir, e deixar de lado, já que muita gente com que eu pensei que poderia contar, não colou pra participar. Mas é isso mesmo, a caminhada é difícil, mas é gratificante. Até o próximo Hip Hop fazendo escola.

Renato vital poeta e escritor, agora também fazedor de eventos na quebrada.

17.7.10

As rosas não falam

Um dia a rosa falou mais, mas hoje ela me fala tão pouco, que resolvi colocar essa poesia do poeta Cartola....

As Rosas Não Falam
Cartola


Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão enfim


Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar para mim


Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai...


Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhar os meus sonhos
por fim

10.7.10

Hip Hop fazendo escola é domingo que vem, ATENÇÃO, QUERO A PRESENÇA DE TODOS!


APESAR DE EU ESTAR MEIO AUSENTE, DE VÁRIOS EVENTOS, EU PEÇO QUE SE PUDEREM, COMPAREÇAM NO HIP HOP FAZENDO ESCOLA, DOMINGO QUE VEM, DIA 18 DE JULHO APARTIR DAS 11 HORAS DA MANHÃ, NO COLÉGIO LEONOR QUADROS, QUE FICA EM FRENTE A PRACINHA DO JARDIM MIRIAM, NA ALTURA DO 5.500 DA AV CUPECÊ. OBRIGADO.

7.7.10

Hoje eu só queria te ver

Ontem eu não sei, mas hoje eu só queria te ver. O ontem já passou, mas não deixou de deixar impregnado seu cheiro, que escorreu pelo ralo dos meus pensamentos, mas não do meu coração. A vontade ao seu lado eu nunca fico, não sei o que me dá, tem gente que diz que é doença, mas eu acho que é sentença. Sentença, isso talvez, gostaria de ser sentenciado, uma vida inteira pelos seus sorrisos, metade da vida pelos seus abraços. Seus beijos e seu cheiro, também não seriam coisas do passado, seria de muito meu agrado, se fossem permanentes e presentes, por todo o sempre do sempre de sempre em meus planos guardados. Mas hoje, não deixe pra manhã, hoje eu só queria te ver.

Sério.

Na verdade não sei como não desconfiou, mas era só pra isso mesmo, era só isso que eu queria de você: sua imagem perante meus olhos. É difícil de explicar o que você já desconfia ou talvez não, mas o mais importante é que você saiba que por hoje isso bastou. Uma visão, do seu rosto, do seu ser? entende? se não entendeu hoje, quem sabe amanhã você entenda, e compreenda que é simples de saber.
Hoje eu vim aqui só pra te ver, o amanhã depende muito mais de você. Muito mais do que você não imagina, mas deveria.

Hoje eu só queria te ver, e vi. Felizmente eu vi.

O amanhã? Só depende de você, você, acho que nem imagina, mas deveria.
Hoje eu só queria te ver.

Renato Vital escritor e poeta.

4.7.10

Ao se distanciar

Ao se distanciar, pensei que talvez fosse um sonho ruim, mas não, noite passada tivera um sonho bom, e já sabia que talvez fosse um pronuncio do pior. E quando se distanciou, caminhando a passos largos, de mãos dadas, eu sabia que não eram as minhas mãos. Eu estava cá, e você lá, cada vez mais longe de minha vista, e eu juro que não queria, não queria ter que comentar isso.
Meu peito nem sequer sentiu, estava dopado com a cena, e quem quer que tenha sentido isso, alguma vez, talvez entenda o que eu estou dizendo. Parecia tão surreal, que nem sequer deu tempo de sentir, a verdade que bateu na minha cara. E olha que eu já fui mais forte, mas não era de força que eu precisava, eu precisava de verdade, a verdade universal que veio de prontidão e tão rápido.
Não estou aqui pra fazer lamentos, se é que me entende, mas acho que não entende, nunca vai entender, você nunca entende.
Não queria ter visto aquela cena, é só isso, são quatro flash, você, você indo embora, e eu, ficando.
Você estava alegre, mas não fiquei feliz por você, é claro, não seria desses poetas, que ao invés de expor a verdade em seus poemas, se esquivam e enfeitam a verdade.
Mas também não quero te atacar, embora sei, que jamais teria peito pra escrever te atacando ou qualquer outra coisa do tipo.
Sabe o que eu queria, de verdade, era ter um daqueles sorrisos pra mim, sei lá, já era o bastante pra compensar.
Um sorriso, ao invéz disso uma cena, uma cena que eu não queria ver.
Não era filme nem sonho, era só uma cena.
Uma cena, eu queria um sorriso, mais do que um sonho, ao invés disso, uma verdade que parou, e causou estorvo.
Uma verdade, e eu queria um sorriso, momentos da vida, momentos sem razão.

Renato Vital é poeta e escritor.

3.7.10

Queixa

Queixa

por Caetano Veloso

Um amor assim delicado
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
ajoelha e não reza


Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente, que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa

Um amor assim violento
Quando torna-se mágoa
É o avesso de um sentimento
Oceano sem água

Ondas, desejo de vingança
Dessa desnatureza
Bateu forte sem esperança
Contra a tua dureza

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente, que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa


Um amor assim delicado
Nenhum homem daria
Talvez tenha sido pecado
Apostar na alegria

Você pensa que eu tenho tudo
E vazio me deixa
Mas Deus não quer que eu fique mudo
E eu te grito esta queixa!

Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente, que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Senhora, serpente, princesa


1.7.10

Era a primeira vez.

Era a primeira vez que meus olhos, cruzavam com os dela, embora eu não soubesse quem era ela, já desejava te-lâ em minha vista por muito mais tempo, quanto fosse possível. Seus cabelos negros, escorrendo pelos seus ombros finos e ajeitados, fazia com que minha vista, assumisse um fino brilho, do príncipio ao fundo de meus olhos. Ao caminhar dela apressado e ponderado, eu queria que a rota do mundo se transformasse, e aqueles passos dados com firmeza, virasse em minha direção, a única direção em que eu desejava que ela tomasse. Jamais poderia imaginar que um simples olhar, pudesse balançar todos os orgãos do meu corpo humano, desumano quando ao perceber que estão dentro de mim, e tão longe dela. Um simples movimento dela, fazia meu olhar cavalgar em sua busca, e uma simples resposta de olhar, com a púpila não muito dilatada, fazia cada uma de minhas células pulsar de entusiasmo. Ao ver ela correr, andar, falar, se movimentar, me dava a certeza que ela existia de fato, não era uma mera ilusão, e quando de qualquer forma citava meu nome, cobria de conforto meu coração. Não gostava de olhares em cima dela, olhares maliciosos que eu sentia em minha volta, e um único pensamento pérfido que me atingia ao perceber tão fato, fazia odiar até a última geração do ser que a olhasse com malicia nos olhos. Embora ela talvez pensasse que essa mesma malícia, estava dentro de meus pensamentos, eu me esforçava ao máximo para desfazer está má e cruel impressão. Sentia que ela percebia os olhares, mas não se pronunciava, também pudera, eu também não me manifestava. A não ser com os olhares.
DEUS com sua divina inspiração, criou os olhos, pra que eles pudessem falar com a alma, o que da boca não sai de jeito algum.
Eu agradeço por poder contemplar mais uma vez aquele olhar, e o ser dono dele, poder contemplar algo que não dá pra acabar, sem que se eternize nesse simples e direto olhar.]

Renato Vital escritor e poeta.

25.6.10

Esse seu muro

Esse seu muro
Que impede minha visão
Não mostra seus sentidos
Explode minha razão

Essa barreira
Me incomoda, me dana
Seu jeito de menina
Seu semblante que me assanha

Seu muro é o meu muro
Mas é por quê tu quer
Se não te fito
É por que não gosto de mal me quer

Você me evita com desdem
E as vezes me atrai com seu bem
Diga qual a maneira de implodir
Esse muro imaginário de alguém

Renato Vital poeta

24.6.10

Só no Anti

Não sei o que acontece
Não sei o que parece
Noite e dia, dia e noite
Seus dotes crescem e decrescem

A galera está dizendo
Que você vive no Anti
Eu dou uma bronca neles
E digo que você está adiante

Você está seguindo
O que o médico Gino falou
Porém seu corpo não aceita
Tanto Anti que você aplicou

Tem uns maldosos que dizem
Que o seu parceiro não sabe fazer
Mas eu posso apostar que ele
Te cobre de prazer

Pois você vive alegre
Sempre contente e cantante
Só não entendo porquê
Você sempre passa na casa de outro meliante

Deve ser pra fazer algum trabalho
Ou talvez ajudar ele com a lição de casa
Essa galera maldosa, que fala mal de você
Tá merecendo levar porrada

Andaram dizendo que seu traseiro
È igual uma sanfona chucra
Quando tá na mão se enche
E quando tá por fora fica murcha

Essa história que é culpa do Anti
È coisa de quem não vai adiante
Pois você está cuidando da saúde
E eles falando bastante

A galera fala mal
Mas vive na dentro da camisinha
Por quê se eles pegam uma que nem você
Desprotegidos, vão entrar numa fria

Você é esperta, está apenas se cuidando
O sonho do seu parceiro é bebê
E você como tá querendo curtir
Dá uma disfarçada e enche ele de prazer

Mas não liga não
Essa galera é que é maldosa
A voz do povo nem sempre é a voz de Deus
Mas a galera anda dizendo, que se tá muito de prosa

Renato Vital é escritor e poeta.

15.6.10

Ensaiaço geral

Ensaiaço Geral
Detentos do RAP, Mano Reco, Ferréz, Fato Realista, Negredo entre outros grupos.

13.6.10

Você achava que tinha visto dentro do Hip-Hop, então prepara-se!


Vem ai........................


Com organização de Renato Vital.......

Colaboradores:

Branco
Luter
Valmir
Cida
Vladimir Sub-Prefeitura de Cidade Ademar
Marcos Vital
Dj Dinho
Tito
César
Programa escola da família


Hip-Hop fazendo escola

Dia 18 de julho, domingo. ENTRADA: UM SORRISO E BOA VONTADE NO CORAÇÃO

Programação


10:00 - ínicio das atividades
- Oficina de reciclagem , transf
ormando garrafas pet e embalagens plásticas em brinquedos, com DULIXO.

- Basquete de Rua

- Grafitti

- Almoço comunitário apartir do
meio-dia





12:00 - Grupo de Samba Ocasião
14:00 - Grupo de dança do Jar
dim Miriam
14:20 - Poetas da
Cooperifa e comunidade
14:30 - Grupo de Rock Essence Of Roses

15:00 - Poetas
15:10 - QI RACIONAL

15:40 - Grupo Fato Realista e convidados
16:00 - Enigmas de Periferia
16:20 - Banca Lâmina Afiada

17:00 - Grupo Negredo e convidados
18:00 - Encerramento do Evento.


Na escola Leonor Quadros
Rua Baltazar Gomes de Alarcão sem número

Altura do 5.500 da Avenida Cupecê - Jardim Miriam
Ponto de Referência: Fica do Lado do supermercados Ricoy.

10.6.10

No seus olhos eu vejo

Nos seus olhos eu vejo

Nos seus olhos eu vejo
Puro e cristalino
O sonho de ter seus beijos
O sonho de ser seu íntimo

Nas suas belas pupilas
Vejo seu jeito que me contagia
Desejo-te minha dama
De dia ou em tardes vazias

Seu belo sorriso
Seu jeito Feminino
Seu jeito de menina
Me contagia inteirinho

Sua àurea majestal
Me faz ser tal
Querer ser Taj Mahal
Proteger-te do mal

Seu jeito meigo
Seus olhos de menina
Me entorta, me fascina
Me vejo numa floresta florida

Nos seus olhos d´ água
Um brilho que aplaca
Te consagra, me amarra
Muito mais que mil praias

Correntezas, impurezas
Não contam, descontam
O que eu tenho pra te dar
É muito mais que estorvo

um sonho, sonho novo
Te quero, pouco a pouco
Provar o mel de sua boca
Cada dia um sabor novo

Esse meu sonho realizar
Você pode apostar
Vou te levar, te carregar
Será minha amada, para sempre vou te amar.

Renato Vital

9.6.10

Na correria

Na correria

Corre contra o tempo
Viaja, não se esquiva
Corre nessa vida
Por que ela é de valia

3.6.10

Conexão Cultural - A criação artística da periferia de São Paulo

Conexão Cultural - A criação artística da periferia de São Paulo (PARTE I)



Conexão Cultural - A criação artística da periferia de São Paulo parte 2



Conexão Cultural - A criação artística da periferia de São Paulo parte 3

Corpo de Cristo

Sangraram as mãos
Martelaram os pés
Caluniaram e chingaram
Hoje são fiéis

Fizeram coroa
De espinho em cruz
Crucificaram e amarraram
Hoje pedem luz

Deram risada
Amarguras e picuinha
Preferiram condenar
O rei dos reis da vida

Agora: Receba o corpo de Cristo
Mas ele pode não caber
Na sua mesquinhes
Você que adora insensatez

Encham suas igrejas
Falem de quem lhes assumiu
Os heróis só são quando se vão
E hoje Cristo Ressurgiu

Mas não se esqueça
Do que Cristo não se esqueceu
Você é a imagem e semelhança
De Cristo nosso Deus

Inteligencia e carácter
Ira se resumir
Em bondade e humildade
Pra melhorar o mundo daqui