24.12.12

Papai noel filho da puta

PAPAI NOEL FILHO DA PUTA PAPAI NOEL filho da puta Rejeita os miseráveis Eu quero mata-lo Aquele porco capitalista Presenteia os ricos E cospe nos pobres Presenteia os ricos PAPAI NOEL filho da puta Rejeita os miseráveis Eu quero matá-lo Aquele porco capitalista Presenteia os ricos E cospe nos pobres Presenteia os ricos E cospe nos pobre pobres pobres Mas nos vamos sequestrá ? lo E vamos matá-lo Por que? Aqui não existe natal Aqui não existe natal Aqui não existe natal Aqui não existe natal Por que? PAPAI NOEL filho da puta Rejeita os miseráveis Eu quero matá-lo Aquele porco capitalista Presenteia os ricos E cospe nos pobres Presenteia os ricos

12.12.12

Ès do Brasil o mais brasileiro, Sócrates o legado do doutor

ENSAIO DA BATERIA ESTOPIM DA FIEL, RUMO AO CARNAVAL 2013 COM O SAMBA ENREDO: "ÉS DO BRASIL O MAIS BRASILEIRO, SÓCRATES, O LEGADO DO DOUTOR."

26.10.12

Salvador aumenta salário de prefeito e vereador


Às vésperas do 2.º turno para a Prefeitura de Salvador, a Câmara Municipal da cidade aprovou aumento de salário para o prefeito e para os vereadores. O vencedor da eleição, seja ele ACM Neto (DEM) ou Nelson Pelegrino (PT), receberá R$ 18.038,10 já a partir de janeiro, em vez dos atuais R$ 10.400, um reajuste de 73,44%. Os vereadores terão os salários reajustados de R$ 10.400 para R$ 15.031,75 (44,52% a mais). O projeto com a proposta de aumento salarial foi aprovado por unanimidade em regime de urgência urgentíssima. Também serão beneficiados pela proposta o vice-prefeito e os secretários municipais, que terão os mesmos vencimentos dos vereadores. De acordo com a lei, os salários dos vereadores em cidades com mais de 500 mil habitantes devem ser de 75% dos vencimentos dos deputados estaduais, que na Bahia recebem R$ 20.042,34. No caso do prefeito, mesmo com o aumento, ele terá salário quase R$ 9 mil menor do que o atual. Como são deputados, tanto ACM Neto quanto Pelegrino recebem R$ 26.723,13. Quem for eleito terá de renunciar ao mandato de deputado para assumir o de prefeito. Por enquanto, ACM Neto, do DEM, aparece na condição de favorito, segundo a última pesquisa do Ibope, apurada entre os dias 17 e 19. Ele tem 47% das intenções de voto e Nelson Pelegrino, 39%.

8.10.12


Fato Realista realiza festa no Jardim Miriam com apoio do polo cultural da sub prefeitura de cidade ademar

4.10.12

Ainda bem que existe o sol, dia 7 de outubro é Gianazzi 50 PSOL

Ainda bem que existe o sol, dia 7 de outubro é Gianazzi 50 PSOL



17.9.12

São Paulo é PSOL 50


Propostas de Gianazzi:

- O PSOL na prefeitura deve seguir a premissa do “mandar obedecendo”. As mais importantes decisões da cidade devem ser tomadas com ampla participação, fortalecendo os conselhos populares, realizando o planejamento e orçamento participativos, eleições diretas para as subprefeituras e conselhos com efetivo poder de decisão popular. Para combater a corrupção defendemos o fim do elefante branco que é o Tribunal de Contas do Município, audiências públicas com controle social permanente nos órgãos e programas da prefeitura, afastamento imediato dos suspeitos de irregularidades e diminuição drástica dos cargos de confiança com valorização dos funcionários de carreira.



PAGAR A DÍVIDA SOCIAL COM O POVO


- O governo do PSOL no município terá como prioridade zero pagar a dívida social histórica com a população de São Paulo, especialmente com sua periferia. Recursos existem. Defendemos a suspensão do pagamento dívida interna do município com a União para promover a auditoria de todos os contratos para acabar com o pagamento extorsivo dos juros e amortizações e renegociando aquilo que não seja ilegal e ilegítimo.


OUTRO MODELO DE TRANSPORTES

Os atrasos, paralisações e a superlotação da CPTM, do metrô e dos ônibus, o caos diário no trânsito, o crescente uso do automóvel e as inaceitáveis e infelizmente recorrentes mortes de ciclistas só demonstram que o sistema de transporte de São Paulo chegou a seu limite. Para mudar, é preciso acabar com a política privatista dos tucanos. Defendemos a mudança da matriz dos transportes, investimento robusto no transporte de massas sobre trilhos, redesenhando a rede metroferroviária para favorecer as periferias, com funcionamento 24 horas por dia, trabalhadores concursados e treinados para bem atender aos usuários/as. As metas de ampliação do sistema de transporte têm que estar combinadas com a conversão da dívida do município para construir dez quilômetros de novas linhas de metrô por ano, trinta quilômetros de novos corredores de ônibus por ano e cinquenta quilômetros de ciclovias. Defendemos a imediata aplicação do bilhete único 24 horas como parte de uma política de subsídios às tarifas rumo à tarifa zero ao mesmo tempo em que se adotam políticas para desestimular o uso do automóvel e reconhecer a bicicleta como modal de transporte regular.

A quem interessam os incêndios nas favelas de São Paulo?


Por Pedro Serrano



São Paulo amanheceu hoje com mais uma notícia de incêndio em favela. Dessa
vez, a favela do Moinho, localizada no centro da cidade e palco recorrente de ameaças
de desapropriação por parte da prefeitura. Desde o início das gestões de Serra e Kassab,
a cidade tem visto um aumento exponencial do número de incêndios. Nos últimos 5
anos, foram registradas 562 ocorrências em favelas da cidade. Isso acontece justamente
em um período de enorme expansão do mercado imobiliário paulistano. Os velhos
políticos e o poder público, no entanto, atribuem as ocorrências a fatores climáticos ou
mesmo culpabilizam os moradores das favelas. Será mesmo?
São Paulo refém da especulação imobiliária
Nos últimos anos, a cidade de São Paulo tem sido refém da especulação
imobiliária. A lógica é simples: os principais especuladores da cidade doam quantias
enormes de dinheiro para as campanhas dos grandes partidos e, depois das eleições,
cobram a conta. Assim, passam a ter a garantia de que seus interesses não serão
enfrentados.
Não parece mera coincidência o fato da maioria dos incêndios em favelas
acontecerem justamente em locais valorizados e de alto interesse imobiliário em São
Paulo. Muitas vezes, ainda, como na favela do Moinho, em locais já ameaçados de
desapropriação por parte da prefeitura.
Omissão e criminalização da pobreza: dois lados da mesma política
Diante dessa situação alarmante, as respostas por parte da prefeitura e dos
grandes partidos são as mais absurdas. Por um lado, criminaliza-se a pobreza,
atribuindo a culpa dos incêndios aos próprios moradores das favelas. Essa é a
característica de Serra e Kassab, que em suas gestões desativaram programas de
prevenção de incêndios e abriram espaço para a especulação imobiliária. Por outro lado,
mesmo os partidos de “oposição” na Câmara de Vereadores de São Paulo acabam se
omitindo de sua responsabilidade e não tomam nenhuma medida concreta para resolver
a questão.
Em março de 2012, foi criada uma CPI para investigar incêndios em favelas em
São Paulo. Entretanto, a primeira reunião da CPI só foi acontecer quase 5 meses depois.
Até então, nenhuma reunião havia tido a presença mínima de 4 vereadores. Isso
acontece porque a CPI dos incêndios é completamente dominada pela base de Kassab
na Câmara dos Vereadores. O PT, que teria direito a duas vagas na CPI, abriu mão de
sua presença na comissão, assim como o PC do B, que teria direito a uma vaga. Mais
um capítulo lamentável para a Câmara de Vereadores de São Paulo…
É preciso mudar São Paulo!
Fica claro que todos os grandes partidos (e as grandes campanhas nessas
eleições) estão comprometidos com os interesses da especulação imobiliária em São
Paulo. Assim, os problemas que a cidade enfrenta jamais serão solucionados e as
populações das favelas paulistanas continuarão sofrendo com recorrentes incêndios e a
absurda política de criminalização da pobreza.
Para mudar essa situação é preciso eleger políticos que implementem programas
concretos de prevenção de incêndios nas favelas e, principalmente, que tenham a
coragem de enfrentar a especulação imobiliária na cidade. Esse é o compromisso de
Carlos Giannazi e de todos os candidatos a vereador pelo PSOL!
*Militante do PSOL São Paulo

29.8.12

5.8.12

Renato Vital Apoia CARLOS GIANAZZI 50 para prefeitura de São Paulo

Renato Vital Apoia CARLOS GIANAZZI 50 para prefeitura de São Paulo 


21.7.12

Edir Macedo: racismo, machismo, homofobia e muita asneira, em nome de deus

• Em um país em que os governantes se recusam a criminalizar a homofobia e tratam com descaso criminoso episódios mais variados de machismo e racismo, realmente não pode haver limites para os absurdos que rondam a vida de mulheres, negros e a população LGBT. Infelizmente não faltam exemplos: dos assassinatos de jovens negros na periferia aos ataques a homossexuais no centro da cidade; da constante e crescente violência machista a uma escalada de demonstrações de asqueroso preconceito nos meios de comunicação em geral. O último e deplorável exemplo disto foi dado por um velho conhecido porta-voz da opressão: o “bispo” evangélico Edir Macedo, título por trás do qual se esconde um burguês racista, machista e homofóbico cujo poder é alimentado pelo dinheiro que rouba de um povo pobre, movido por fé e desespero, e pelas relações espúrias que mantém com o poder, inclusive o Federal. Alguns dos frutos mais recentes das relações promíscuas que o poderoso chefão da Igreja Universal do Reino de Deus mantém com Dilma e seus aliados (particularmente na infernal bancada evangélica) foram o veto ao kit anti-homofobia, a mutilação do PLC 122 e do Estatuto da Igualdade Racial. A mais recente demonstração de ódio e preconceito de Macedo, contudo, é uma exclusividade dele e veio através de um de seus púlpitos midiáticos na forma de uma série de bizarras orientações para seus fiéis e auxiliares, dentre as quais a recomendação categórica para que os “desejam fazer a Obra de Deus” não se casem com mulheres mais velhas e, ainda mais absurdo, fujam de relacionamentos interraciais. Machismo e racismo em nome de deus Em uma peça de lixo jornalístico intitulada “Homem de Deus quanto à idade e à raça: ele precisa estar sempre preparado para servi-Lo” e publicada no portal da IURD, Macedo não mede palavras para destilar seus preconceitos e para praticamente “obrigar” seus seguidores a conduzir suas vidas movidos pelo racismo mais asqueroso e por uma forma arcaica de machismo. O que, por si só, já deveria ser suficiente para colocar esta verdadeira besta para fora do convívio social. O “primeiro mandamento” do preconceito “a la” Edir Macedo começa com uma norma estupidamente machista: “O rapaz que deseja fazer a Obra de Deus não deve se casar com uma moça que tenha idade superior à dele”. O motivo? “Para não se deixar influenciar por ela” porque “quando a mulher tem idade superior à do seu marido, ela, que por natureza já tem o instinto de ser 'mandona", acaba por se colocar no lugar da mãe do marido” . Dando sequência a sua patética versão do “perigo” que as mulheres representam na mitologia cristã (desde a história de Eva), Macedo explicita a hipocrisia de seus “valores” e “moral”, defendendo que o casamento com mulheres mais velhas também são desaconselháveis porque “a experiência tem mostrado que é muito mais difícil, mas não impossível, manter a fidelidade conjugal”. Um detalhe que não pode nos escapar: evidentemente, a recomendação é só para mulheres mais velhas; homens mais velhos, mandões e autoritários estão liberados para oprimir suas mulheres mais novas. É até um desperdício de palavras comentar esta quantidade de asneiras ofensivas. Temos certeza que nossos leitores e leitoras sabem muito bem o significado delas. E o pior é que o absurdo do “primeiro mandamento” é apenas uma prévia da fúria ensandecida do bispo contra outro setor marginalizado da sociedade, apesar de compor metade da população brasileira: negros e negras. Pregando contra o amor inter-racial O “segundo mandamento” é de asqueroso racismo, embalado em uma “justificativa” é um verdadeiro insulto para qualquer ser pensante. A pregação começa com um porém: “Não haveria nenhum problema para o homem de Deus se casar com uma mulher de raça diferente da dele, não fossem os problemas da discriminação que seus filhos poderão enfrentar nas sociedades racistas deste mundo louco”. Ou seja, o bispo agracia seus seguidores com um ensinamento cuja lógica só não é mais obscura do que as finanças e a conta bancária de Macedo e sua igreja: a melhor forma de evitar a discriminação e o racismo é tomando uma “atitude racista preventiva”, impedindo sequer a aproximação das raças. Ou, ainda, para que as futuras crianças negras não enfrentem o racismo “deste louco mundo”, a melhor coisa é institucionalizarmos, já, uma sociedade totalmente racista e segregada. Grande idéia! Mas Macedo também deveria ser processado por plágio. Afinal, ela não é nada original. Os “eugenistas” (ou defensores da “raça pura”) do século 19, a Ku Klux Klan, Hitler e Mussolini e, acima de tudo, os defensores do apartheid, na África do Sul, há muito já detêm a patente deste tipo de idéia. Com o objetivo de se defender das evidentes críticas a seu delírio fascista-religioso, Macedo encerra seu artigo afirmando que tudo o que está apenas fazendo um “alerta” sobre a situação “não porque a Igreja Universal do Reino de Deus tenha qualquer objeção quanto ao casamento envolvendo mistura de raça ou cor. Não, muito pelo contrário!” , já que tem muitos fiéis nesta condição e só está querendo evitar “este tipo de problema acontecendo com as crianças dentro das nossas igrejas, em outros países”. Sempre movido pelo desejo de retirar os obstáculos do caminho para que o “homem de Deus” exerça suas funções (e caberia perguntar que tipo de deus é este que criaria seres que não pudessem exercer livremente o tão propagado amor que recheia os discursos religiosos...), Macedo tenta sustentar seu racismo com nojeiras como a “preocupação” os “riscos de traumas ou complexos que as crianças poderão absorver durante os períodos escolares”. Desconsiderando-se o fato de que, para o bispo racista, ser negro por si só já é um “problema”, os absurdos escritos por Macedo são dignos de uma mentalidade escravista e, inclusive, há muito já foram legalmente proibidos. Apartheid em nome de deus Como dissemos, as idéias de Edir Macedo não são novas. Mas, ao contrário do que acontece no país governado por Dilma, elas não são defendidas com tanto descaramento também há muito tempo. Até mesmo porque foram derrotadas nas ruas e proibidas por leis que resultaram destas lutas. Nos Estados Unidos, as chamadas “leis antimestiças” (que proibiam até sexo interracial) vigoraram em vários estados até 1967, quando as mobilizações pelos direitos civis baniram da segregação institucional. O mesmo aconteceu com legislações semelhantes que foram criadas na Alemanha Nazista (de 1935 até 1945) e na África do Sul, durante a era do "apartheid", de 1949 a 1985. Em todos os casos, as leis foram derrubadas como frutos de vigorosos processos de mobilização e luta por direitos fundamentais. E, apesar de sabermos que isto não tenha significado o fim da segregação ou do racismo, é evidente que foram parte das conquistas arrancadas da derrota de regimes e Estados que deveriam ser varridos para o lixo da História. No nosso país, onde a elite branca se utilizou de outras armas (como a “teoria do embranquecimento, no século 19, e o “mito da democracia racial”, no século 20), nunca houve uma legislação abertamente segregacionista, apesar da cotidiana prática do racismo. Edir Macedo, contudo, através de suas “doutrinas e normas” parece querer inovar e transformar seus templos “caça-níqueis” em áreas regidas pelo apartheid. E o pior é saber que está sendo proposto não acobertado pelo silêncio cúmplice de um governo que se diz democrata, mas por um de seus aliados mais fiéis.

25.6.12

Maluf e o PT provam que pior do que está pode ficar sim Foto de Maluf com Haddad e Lula causaram indignação até mesmo em quem já está acostumado com as alianças do PT


 Quando ninguém mais acreditava que pudesse se surpreender com o jogo das alianças espúrias na política, eis que algo novo sempre aparece para desafiar esse limite. Nesse dia 18 de junho, a foto do ex-presidente Lula e seu candidato Fernando Haddad, empurrado goela abaixo da militância petista, com ninguém menos que Paulo Maluf, foi um desses momentos de consternação.

A aliança do PT com o PP de Maluf foi selada oficialmente na própria casa do ex-prefeito de São Paulo. As conversas e articulações, porém, já estavam adiantadas. Em troca do apoio de Maluf e do 1min35 de tempo de TV de seu partido, o PT ofereceu uma secretaria do Ministério das Cidades a um de seus apadrinhados. Mas, num tempo em que a imagem predomina, Maluf não se fez de rogado e exigiu que Lula fosse pessoalmente à sua casa, para registrar o momento histórico em uma foto. E assim foi.

A imagem do candidato do PT com uma das figuras símbolo da corrupção no país, dono de bordões como "estupra, mas não mata" e presente na lista de procurados da Interpol causou indignação até mesmo entre os petistas já acostumados à política de alianças "pragmáticas" de seu partido. A foto com Maluf deu a impressão até mesmo a esse setor de que, desta vez, o partido "passou do limite". O apoio de Maluf a Marta em 2004, por exemplo, reduzira-se a uma declaração de voto e não a poses para retratos.

O acordo com Maluf pegou até mesmo Luiza Erundina (PSB) de surpresa. Balançada, a pré-candidata a vice de Haddad criticou a aliança, ainda que, ao contrário do que chegou a noticiar alguns veículos, aceite permanecer na chapa do PT.

O coro dos hipócritas
Mas não foi só parte da militância petista que comentou a foto de Lula com Maluf. Os maiores veículos da imprensa paulista, como a Veja, Estadão e Folha de S. Paulo, estamparam com destaque a imagem, como forma de desgastar a imagem de Haddad em prol da candidatura Serra.

Menor destaque dão, porém, ao recente apoio prestado por Valdemar da Costa Neto ao candidato tucano. Valdemar, presidente do PR (então PL), foi um dos protagonistas do escândalo do mensalão. Na época, em 2005, o então deputado renunciou para não ser cassado. O apoio a Serra em São Paulo seria uma forma de vingança pelo PR ter sido preterido pelo Governo Federal na distribuição de cargos e ministérios.

O PSDB, também de olho no tempo de TV do PR, prefere esquecer por hora o mensalão, cujo julgamento no STF está marcado para agosto. Questionado sobre a "incoerência", Serra deu sua contribuição ao rol de frases esdrúxulas afirmando que faz aliança "com partidos, não com pessoas".

Diga-me com quem andas...
A foto de Maluf e Lula de fato choca. Porém não chega a ser exatamente uma novidade, já que o PP sempre esteve na base aliada do governo Lula, e agora no de Dilma. A coerência e o discurso da “ética na política” já foi há muito abandonado a favor da chamada “real politik”, que já produziu imagens como a do hoje senador Lindbergh Farias (PT) apertando as mãos do colega Fernando Collor de Melo, vinte anos após as mobilizações dirigidas pelo então presidente da UNE.

Há tempos o PT se lançou de corpo e alma ao mais puro fisiologismo. Com as fronteiras de classe dissolvidas, vale tudo, e qualquer preço nunca é caro o bastante para chegar e se manter no poder. De ruralistas a mais conservadora bancada evangélica. Os poucos militantes petistas que ainda se vêem obrigados a justificar tais alianças, costumam apontar o dedo para o PSTU “que não se alia com ninguém, mas também não elege”. Nessa lógica, faria sentido abrir mão de alguns princípios para chegar ao poder. Mas seria mesmo assim?

Passada uma década de governo petista, nenhuma mudança estrutural foi realizada. Velhas oligarquias regionais, como a família Sarney, assim como políticos como Sérgio Cabral no Rio, são eternizados pelo próprio PT. Medidas como a reforma do Código Florestal, há anos parada no Congresso, são retomadas. Até mesmo medidas aparentemente tão simples e básica, como uma cartilha anti-homofobia nas escolas para combater a violência contra homossexuais, são vetadas em nome das alianças conservadoras.

Na política, ou você luta contra a direita, os ricos e poderosos, ou se alia a eles. O PT, há muito, já escolheu o seu lado. Ingenuidade é achar que, abraçado a Paulo Maluf, é possível mudar alguma coisa.

Nota: No final desse dia 19, o PSB finalmente anunciou a desistência de Luiza Erundina de ser vice da chapa de Haddad

15.6.12

Grupo de RAP Ouverso



 Após participarem de um evento cultural relacionado à música e poesia na cidade de vitória da conquista como uma dupla, Daniel e Max decidiram dar seguimento com a parceria e criaram o Ouverso (Nome criado com a junção de duas palavras). Entre Dezembro de 2011 e fevereiro de 2012 começaram a escrever as primeiras letras para o projeto e no mesmo período, dando início as gravações com a ajuda do produtor Thomaz Oliveira.

Ficha técnica (CD): Letras e vozes Ouverso( Daniel R. Prado e Max Oliveira )
 Produção edição musical: Thomaz Oliveira
 Arte do Álbum: Elvis Amaral
 Idealizadores: Daniel R. Prado e Max Oliveira
 Todas as faixas foram gravadas no estúdio Laborato.

Link para download CD

Controlados: http://www.mediafire.com/?2hjp1b4yb6k0bwd

 Link: http://www.facebook.com/OuversoOficial
 http://www.myspace.com/ouversooficial
 http://twitter.com/#!/OuversoOficial
 http://www.youtube.com/OuversoOficial

 Segue o video: http://www.youtube.com/watch?v=fc74fGcGr34 (É um vídeo para promover o projeto)

 Ficha técnica (Vídeo)

: Artista: Ouverso :
Produção e Edição: Thomaz Oliveira :
Imagens: Elvis amaral e Ouverso :
Edição de vídeo: Daniel Prado

29.5.12

Alckmin foi o responsável pela greve no metrô

A atitude do governo Alckmin de tentar colocar a culpa da greve nos trabalhadores e deixá-los contra a população, vastamente divulgado e apoiado pela imprensa, é típica de um governo burguês que detém os grandes meios de comunicação. Tenta esconder a sua incapacidade em negociar com os trabalhadores e o fato de que, 20 anos depois de ter chegado ao governo de São Paulo, o PSDB não conseguiu resolver os problemas de transporte e trânsito da cidade. O metrô de São Paulo está claramente sobrecarregado, o preço da passagem é um dos mais caros do mundo, as linhas estão sendo privatizadas (o que vai aumentar os acidentes) e os investimentos são insuficientes. Com isso a população vive no “sufoco” no transporte e no trânsito. A greve serviu também para denuncia essa crise do transporte na cidade. Mais uma demonstração de vitória Há um debate sobre quem teria saído vitorioso neste confronto entre o governo do estado e os trabalhadores metroferroviários em São Paulo. O acordo entra a Companhia do Metropolitano de São Paulo e o sindicato estabelece reajuste salarial de 6,17%; reajuste no vale-refeição que passa de R$ 19,50 para R$ 23; aumenta o vale-alimentação de R$ 150 para R$ 218, além do pagamento do adicional de periculosidade de 15% sobre o salário (era de 10%). Mas há um elemento emblemático. É que o Metrô e o governo do estado foram obrigados a pagar todas as horas paradas pelos trabalhadores durante a paralisação. Se a responsabilidade da greve era dos trabalhadores por que o governo Alckmin está sendo obrigado a pagar as horas paradas? Ele paga porque foi derrotado e, para poder finalizar a greve, teve que fazer mais esta concessão. Governo do PSDB atirou até em quem reclamou Com a greve dos metroviários e da CPTM ( Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) , São Paulo teve uma manhã de caos no dia 23 de maio. Passageiros revoltados protestaram diante de estações do metrô contra a atitude do governo do PSDB. Os gritos dos manifestantes podiam ser ouvidos pela televisão: “o povo na rua, Geraldo a culpa é sua”. Isso gerou enfrentamentos entre os manifestantes e a Policia Militar, que usou bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar os manifestantes. O exemplo mais significativo dessa criminalização dos setores mais explorados da sociedade está na prisão por “desacato à autoridade” da copeira Rachel Cristina da Silva Santos, que chamou um policial de “covarde”, e do lavador de carros Francisco Wenderson Sousa. À imprensa, Rachel afirmou: “Só chamei de covarde porque um policial numa moto quase me atropelou durante a confusão. Aí ele parou e me deteve. Estava querendo ir trabalhar. Não sou manifestante coisa nenhuma. Fui tratada pior que um animal”. Agora, imaginem a situação: os trabalhadores chegam ao metrô pela manhã, este está em greve, saem então às ruas para se manifestar protestando contra o governo estadual, que não negocia com os grevistas e nem coloca um sistema de transporte alternativo. E daí, por simplesmente reclamarem desta situação, são violentamente atacados pela Polícia Militar com bombas de gás e balas de borracha. Na São Paulo de Alckmin, Serra e Kassab, se você reclamar leva bala de borracha. Desgraçada situação da população paulistana. Exigir 100% de circulação vai contra direito de greve O Poder Judiciário, apoiado pelo governo do estado e toda a grande imprensa, através do Tribunal Regional do Trabalho, afirma que defende o direito de greve. No entanto, decretou que 100% dos trens do Metrô e da CPTM deveriam circular nos horários de pico e 85% nos demais horários. Ameaçaram ainda os trabalhadores e seu sindicato com uma multa de 100 mil reais por dia caso se descumprisse esta decisão. Como é possível realizar uma greve e trabalhar com 100% do efetivo? Nem o governo do estado garante 100% de circulação nos dias normais. Isso é um ato antissindical realizado pelo próprio Poder Judiciário contra o direito de greve. Os trabalhadores e o movimento sindical devem denunciar esta decisão no marco da criminalização dos movimentos sociais e dos ataques que recentemente estão acontecendo contra os sindicatos. Alckmin, Serra e Kassab atacam o PSTU No desespero para atacar os trabalhadores grevistas, o governador Geraldo Alckmin chamou os grevistas de “grupelho radical com interesses eleitorais” e disse que problemas recentes no sistema foram causados por sabotagem. Para Alckmin, a greve nas linhas do Metrô e da CPTM foi uma ação política, visando prejudicar o governo em ano eleitoral. E afirmou: “O mais grave foi eles descumprirem totalmente a determinação de manter a operação em 100% no horário de pico”. O candidatíssimo tucano José Serra foi no mesmo caminho e afirmou que o Metrô e CPTM sofrem com sabotagens e que o movimento grevista teve motivação política e eleitoral. O serviçal Kassab se solidarizou com as reclamações feitas por Alckmin sobre o sindicato que organizou o movimento. Além de ridículas manifestações, como da Soninha Francine (PPS), que criticou o protesto que fechou vias próximas à Estação Corinthians-Itaquera do metrô e ação da Polícia Militar afirmando: “Tudo, todos os métodos, errados". A verdade é que o truculento governador de São Paulo quer atacar o PSTU, que vem estando à frente dos principais enfrentamentos com o governo no estado. Os militantes do PSTU se enfrentaram com a repressão governamental na USP, no Pinheirinho e agora no metrô de São Paulo. Nossa organização está na linha de frente das recentes mobilizações em defesa dos interesses dos trabalhadores e por isso está sendo obrigada a se enfrentar com a constante repressão do governador do PSDB. Para justificar seus desmandos, o governador tem a cara-de-pau de afirmar que a série de problemas que as linhas da CPTM e do metrô sofreram nos últimos meses, como a colisão entre dois trens da Linha 3-Vermelha, foi causada por sabotagem, insinuando que as organizações dos trabalhadores estariam por trás disso, tentando novamente criminalizar os movimentos sociais. A verdade é que a população no estado de São Paulo está se levantando contra os desmandos do governo do PSDB e isso se traduz em centenas de manifestações. E se o governador acha que irá intimidar o PSTU com suas acusações está muito enganado, pois estaremos presentes em todas as manifestações que defendam os interesses dos trabalhadores. No caso especifico da greve do metrô, a determinação, força e unidade da categoria colocaram o arrogante governo do PSDB de joelhos em 15 horas, obrigando a conceder parcialmente as reivindicações e engolir suas palavras de intransigência e arrogância. Isso para um governo autoritário é um supremo desacato. Ainda mais, se este movimento tem à sua frente militantes e dirigentes do PSTU.