Foto mais reproduzida da história de Alberto Korda
Poesia dedicada à Che Guevara, e por tabela, também à Fidel Castro e Raul Castro.CULTURA, MÚSICA, INFORMAÇÃO E DIVERSÃO PRA TODOS OS MANOS E MINAS, SENHORAS E SENHORES DAS PERIFERIAS BRASILEIRAS. VIVA O NOSSO QUERIDO HIP HOP! VIVA A CULTURA POPULAR BRASILEIRA! VIVA A LITERATURA MARGINAL! VIVA GUERREIROS COMO ZUMBI, LAMPIÃO, BEZERRA DA SILVA, TIM MAIA, SABOTAGE, RAUL SEIXAS, CHE GUEVARA, MARTHIN LUTHER KING, MALCOM X, CAPITÃO CARLOS LAMARCA ENTRE OUTROS!!! É SÓ CHEGAR QUE É TUDO NOSSO!!!!! VITÓRIA PARA O POVO BRASILEIRO!!!!!
Foto mais reproduzida da história de Alberto Korda
Poesia dedicada à Che Guevara, e por tabela, também à Fidel Castro e Raul Castro.
Bonezim mc e mc Lypi das ruas de Campo Grande-RJ para o mundo.
Release
RELEASE
por Gabriel Barbosa Machado (ator)
“Paz,
amor, união e diversão”, essa é a proposta do livro Hip Hop – A Cultura
Marginal, que é, o tempo todo, fiel a história do hip hop no Brasil e
no mundo.
Com uma linguagem jornalística das grandes reportagens,
clara, doce, dinâmica, eficiente, coloquial e informativa, marcada por
histórias singulares com uma riqueza de dados surpreendente.
Definitivamente é um livro que traz o retrato de uma cultura urbana,
emergente das classes populares das metrópoles.
Uma verdadeira aula de hip hop, que já começa no título, nos fazendo
questionar, que cultura é essa? Que marginal é esse?
É
um livro gostoso de ler, com conteúdos específicos, poesias, histórias
e curiosidades únicas. Um material que é com certeza um registro
histórico-cultural, daquele que é o maior movimento social dos últimos
30 anos. Esta obra, contribui, inegavelmente para dar mais visibilidade
a uma cultura que carrega em sua face, o olhar do preconceito, da
ignorância, da desigualdade e da exclusão a partir daqueles que
desconhecem, rotulam ou ignoram.
Afirmo que é louvável a produção
das jornalistas que se lançaram a campo para registrar a voz de um
movimento, ritmo e cultura, certificando que mesmo numa forma de
deficiência a universidade ainda forma seres pensantes, que estão à
frente na análise das manifestações culturais e fenômenos sociais,
muito antes do que qualquer meio de comunicação.
Elas dizem assim,
no capítulo inicial: “Vem ardendo, sangrando e machucando. É o berro
que emana dos morros, guetos e favelas. Vem dos locais mais pobres, o
grito desesperado de quem vem da periferia. Chega ao asfalto carregado
de protesto, indignação, carência, vontade, luta e marginalidade”.
Para
adentrar no mundo do hip hop e conhecer faces totalmente desconhecidas
ou ignoradas da hiphoptude, o livro Hip Hop – A Cultura Marginal é um
bom começo.

Buzão moleque doido, pai de família, Escritor bem conceituado, Repórter, Diretor de cinema, agitador cultural e uma pá de coisas mais.Poesia feita enquanto ouvia os sons do Caetano Veloso, gosto da música dele, essa poesia não é, e nunca será, uma ironia, e sim uma ilustração.
Para Caetano Veloso de Renato Vital
Se atrás do trio elétrico,
só não vai quem já morreu,
devia ter avisado ao Caetano,
que a PM vem atrás.
Se na bahia a algo de errado,
não sei se é essa polícia ou esse ardor.
Sei que tem gente botando terror
O ACM não... esse já zarpou pra lá de marraqueche ( é assim que se escreve?)
Caetano faça me o favor... Você compôs e compôe tão bem...
Mas o presente é assassino,
Tanto quanto a ditadura que lhe afligiu
Você sabe muito bem
A ditadura levou um monte também,
Mas podemos reparar que nem está tudo bem
Tudo lindo, assim como sua e nossa Bahia
São Paulo no cruzamento famoso
A mais cherando cola e usando crack
Do que artistas famosos
E nem o bar da Brahma, da lama
Ou o que quer que seja
Retira esta mancha,
Dessa cidade tão sangrenta
Mas que amanhece e adormece
Aos sons das trombetas
E em alguma rádio clássica
ainda toca suas letras.
2016-Rio.
Logo aqui?
Vocês querem pular trampolin?
Logo aqui?
Vocês querem atirar flecha?
Mas não mataram mais de cinco milhões de índios?
As flechas não se acabaram?
Arco e flecha aqui?
Logo aqui?
Será que não seria melhor Paris, Madri, Chicago, Ilhas do caralho à quatro?
Logo aqui?
Vocês são loucos?
Não estão vendo esse saquinho de cola na minha mão?
Por quê não vão para o Japão?
Ou quem sabe Afeganistão?
Ouvi dizer que lá é mais seguro, não?
Futebol, Volêi, Basquete, Football American?
Mais que porra é essa?
Cracolândia, tráfico, Falcões, ilusões, Roubos, explosões?
A tá, acho que entendi, entendi?
Pra benefiar aqueles caras que passam de carro por aqui?
Sim, de quatro em quatro anos, será isso?
Tá bom, tá bom, pelo bem do esporte, das universidades, da cidade não é?
Sei não tio, sei não, sabe o que eu acho?
Sabe?
Acho que no final quem vai virar atleta é os turistas, concorda?
Correndo dos trutinhas que tão na correria, concorda?
cem metro rasos, passa os cem reais ou dólares?
Concorda?
Rio-2016, mas o que significa toda essa bosta?
Melhora pra mim não, tenho certeza, acredita?
E você o tio(a) o que acha?
Agora deixa eu terminar de cheirar minha cola.